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Conto: A amiga da minha irmã

A história que contarei a vocês foi na minha adolescência quando eu tinha 18 anos. Meu nome é Luan e hoje em dia, tenho 24 anos de idade.

Na minha adolescência, eu era muito tímido e tinha muita vergonha de conversar com as pessoas ou de chegar em alguma garota.

Meus amigos de escola sempre me zoavam por causa disso. Alguns deles lá de vez em quando, arrumavam uma garota para mim ficar, mas eu sempre corria de tanta vergonha.
Eu tinha muita vontade de ficar com uma menina, pois ainda eu era BV (boca virgem), nunca tinha beijado alguém. Não gostava da minha vergonha, mas eu não conseguia controlá-la.

Meus pais até me levaram para eu ter um acompanhamento psicológico, para ver se eu conseguia me soltar um pouco diante das pessoas, especificamente em público.
Até que me ajudou um pouco o acompanhamento, mas não foi muito suficiente ainda - eu tinha vergonha de ficar com alguém.

Eu tinha medo de fazer algo de errado, ou da garota não gostar e me fazer passar vergonha perto dos meus amigos, assim fazendo eles rirem de mim.

Um dia me desafiaram a brincar de uma brincadeira que eu acho que quase todas as escolas fazem, que é " verdade ou desafio" - não sei como mas aceitei.
Para o meu azar, a garrafa parou primeiro em mim, então fui desafiado a dar um selinho na menina que era considerada a mais feia da escola.

Eu não liguei para a aparência dela, então para perder um pouco do meu medo, fechei os olhos e dei um selinho nos lábios dela.
De alguma forma, eu perdi um pouco do meu medo e, então, comecei a ter um pouco mais de coragem, mas não sabia como começar.

Um dia, minha irmã levou uma amiga dela para posar lá em casa, ela se chamava Bia, tinha 18 anos, ela sempre ficava me olhando de uma forma diferente.
Então pensei comigo, é hoje que eu fico definitivamente com uma garota. Então, peguei o meu celular, mandei mensagem e perguntei se ela queria ficar comigo e para a minha surpresa Bia disse que sim!

Minha irmã sabia de tudo, então ela deu uma forcinha. Esperei nossos pais dormirem e chamei ela para vir em meu quarto.
Ela veio bem devagar para não fazer barulho. Eu e Bia estávamos com muita vergonha, mas seguimos com plano em frente.

Bia deitou em meus braços e então, eu comecei a passar as minhas mãos em seus cabelos e ela começou a acariciar o meu rosto.
Neste momento, já comecei a sentir algo diferente, pois o meu pau começou a ficar duro que nem uma pedra - estava gostando muito de tudo aquilo.

Então, começamos a nos beijar de uma forma bem disfarçada. Ela desceu as suas mãos em minhas pernas e assim, começou a apertar o meu pau.
Comecei então a apertar os seus seios e a sua bunda - ficou um clima muito quente. Então decidi colocar a minha mão em sua vagina, senti muito tesão nesta hora.

E para a minha surpresa, ela tinha os lábios de sua buceta bem carnudos, era muito gostoso de apalpar, era igualzinho aos vídeos pornográficos que assistia.
Quando toquei lá, ela começou a gemer meio alto, então tampei a sua boca e disse para ficar quieta, pois tinha medo dos meus pais escutarem.

Eu tinha um sonho de ser chupado por alguém, então ali eu vi a oportunidade: agarrei a sua cabeça e comecei a descer em direção ao meu pau.
Quando ela colocou a boca em meu pau, eu fui à loucura, pois por incrível que pareça, ela chupava muito bem - parecia que já tinha treinado com alguém.
E para minha surpresa, ela disse uma coisa que me deixou com muito tesão: Bia pediu para eu gozar em sua boca, pois queria tomar leitinho.

Então foi aí que percebi que ela já tinha feito isso com algum garoto, pois ela fazia aquilo muito bem - eu tive muita sorte dela ser a primeira garota que fiquei.
Com ela realizei todos os meus desejos de ser chupado de várias formas - comecei a meter em sua boca fazendo de conta que era sua buceta.

Meu pau tem 17 cm, tamanho suficiente para chegar na goela, então ela se engasgava um pouco, fazendo aquele barulho que me deixava com mais vontade de meter, era muito prazeroso.
Quando fiz isso, não demorou muito tempo: eu gozei em sua boca, ela não deixou cair nem um pouquinho para fora, assim deixando tudo limpinho - nem parecia que eu tinha gozado!

Foi muito gostoso tudo aquilo, nunca esquecerei. Desde aí perdi minha vergonha e comecei a me relacionar com outras garotas, sempre no intuito de ganhar um babão.
Fiquei também várias vezes com Bia, até chegamos a transar - ela fazia tão bem quanto chupava. Eu gostava muito de ficar com aquela menina.

O tempo foi passando e eu me apaixonei por uma mulher com quem hoje sou casado. Sou muito feliz, mas ainda assim, às vezes, sinto saudades da minha adolescência.