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Conto erótico: Pérola Negra

Marjorie conheceu Renato em um emprego temporário de quarenta dias numa fábrica de roupas, ela era operaria e ele era encarregado de um setor. Ele era um homem maravilhoso em todos os aspectos, e tinha um olhar sedutor que hipnotizava. Renato era negro, alto, olhos castanhos, lábios carnudos, e tinha um corpo que parecia ter sido esculpido pelo diabo em pessoa, porque  aquilo, amigos, era um pecado!

Certa dia, Renato questionou a garota sobre ter namorado:

- Pra você, eu estou solteira.

Mas ela não estava, porém, era só o que ela poderia ter dito, como iria se perdoar depois se não tivesse se deixado envolver com o homem mais desejado da fábrica? Em seguida, satisfeito, ele a convida para ir até a casa dele, beber alguma coisa e comer uma pizza. Prontamente ela aceita. Na noite combinada ela aparece, então ele abriu um sorriso largo e não podia conter a satisfação, passou a mão delineando o contorno de seu queixo e a olhou fixamente, como um leão que encara a presa, aquele olhar a paralizou, causou um formigamento entre as pernas da garota, que as cruzou repentinamente, como um reflexo. Atento, ele se aproximou devagar, obervando-a, e então a beijou, moviam-se lentamente, depois, rapidamente. As mãos fortes e grandes do homem alisavam os cabelos cacheados de Marjorie com rigor e delicadeza ao mesmo tempo. Como ele consegue fazer isso? Um beijo foi o suficiente para que ela ficasse excitada, então ele se levantou encarando, pegou em sua mão e a levou para o quarto, ela foi, obediente, submissa. Aquele homem, seria capaz de dominar a mais selvagem das mulheres apenas com um olhar e Marjorie não conseguia mais se controlar, era Renato quem estava no controle.

Eles entraram no quarto e ele pediu que ela tirasse a roupa bem devagar. Ela o fez, olhando para ele, não conseguia desviar os olhos, então ele ordenou que ela deitasse na cama, ja estava completamente nua. Agora era a vez dele, olhando fixamente como se estivesse planejando o que faria com aquela garota que estava acatando a todas as suas ordens. Ele tirou a camisa e a luz do luar transpassou a janela do quarto e refletiu em seu abdômen definido, que parecia uma pérola negra, brilhando com a luz da lua, um homem assim, é raro.

Renato abriu o zíper da calça e a abaixou bem devagar, fazendo movimentos lentos com os quadris, como se estivesse dançando, em seguida foi a cueca, e Marjorie não podia esconder a surpresa, as linhas do quadril desciam como se quisessem demarcar o caminho exato para o pênis dele, que era enorme e estava rígido, ele então sorriu, como se já esperasse aquela reação dela. Aproximando-se, ele veio por cima da garota, beijando delicamente os pés dela, subindo pelas coxas, devagar, tilhava um caminho com os lábios macios. Ela ja estava tremendo de prazer e propositalmente ele desvia de sua vagina, chega nos seios, beija com cuidado, como se fossem frágeis, ela geme, pouco a pouco os músculos vão relaxando e contraindo, que sensação maravilhosa. Então ele a beija no pescoço e chega nos lábios, beijando devagar e intercalando com leves mordidas no lábio inferior. Marjorie estava num êxtase profundo. Mas ele queria que ela fosse além do êxtase, aí ele desceu, parou onde antes tinha ignorado e a língua movia-se vagarosamente enquanto as mãos acariciavam seus seios, fazendo movimentos circulares nos mamilos, a garota explodiu em sensações, o corpo todo estremeceu e o homem, sorriu satisfeito.

Ele deu um momento para que ela se recuperasse, e então deitou e pediu para que ela retribuísse o ato, a garota aproximou-se docilmente, ja havia sido domada, passando a mão lentamente em seus testículos, beijando devagar, ela estava memorizando cada centímetro de seu pênis com a boca, carinhosamente ela sobe obedecendo o comprimento, chega na glande, parte rosada e mais sensível do pênis, ela coloca na boca, pressionando levemente com os lábios, subindo e descendo, ele gemia de prazer e então inesperadamente ele a puxa e a vira de costas, faz uma pausa para colocar a camisinha e então a penetra na vagina por trás, devagar, rápido, devagar, rápido.

Tudo aquilo estava sendo uma experiência de outro mundo, Marjorie sentia como se estivesse flutuando, todos os sentidos aguçados. Enquanto penetrava, Renato puxava os cabelos da garota e alisava suas costas carinhosamente, ele conseguia ser selvagem e delicado ao mesmo tempo. Mais uns minutos e Marjorie estava gozando outra vez. O homem, gemia e ria, dissimulado, até chegar no ápice e explodir em sensações, para cair deitado ao lado da garota logo em seguida. Os dois se encaram e ele sorri, fala para ela que ninguém nunca tinha feito o que ela fez. Os dois adormecem, o dia amanhece, e a garota vai embora antes dele acordar.