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Conto erótico: Minha primeira dupla penetração

Meu nome é Fernanda, tenho 26 anos, 1,63 de altura, sou branca com cabelos castanho escuro, olhos castanho escuro, magra, com seios fartos e bumbum arrebitado - o corpo que qualquer mulher gostaria de ter!

Desde de novinha sempre despertei o desejo dos homens em minha volta, mas essas são histórias pra outro dia.

Me casei muito jovem, meu marido é quinze anos mais velho do que eu, o que nunca foi um problema pra mim. Sempre nos demos muito bem sexualmente. Apesar de várias experiências sexuais que tive, foi com ele que tive meu primeiro orgasmo.

Mas depois de sete anos de casados, o  desgaste do tempo vai ficando mais visível.

Resolvemos buscar algumas formas de apimentar nossa relação. Resolvemos que não estávamos prontos para ter um relacionamento aberto, mas poderíamos fazer algo de prazeroso e diferente pra nós dois. Decidimos fazer sexo a três.

Sempre que assistíamos a filmes pornôs e eu  tinha a oportunidade de escolher, colocava de dupla penetração, e sempre os amadores, e me deixava com muito tesão ver aquelas mulheres sendo invadidas por dois paus, sabendo que elas estavam querendo aquilo tanto quanto eu. Eu percebia que ele ficava  muito excitado também e sempre acabava comendo meu rabinho e enfiando os dedos na minha bucetinha. Sabia que ele desejava aquilo tanto quanto eu.

Procuramos em alguns sites, mas não encontramos ninguém com o perfil que queríamos. Meu marido Eduardo não queria envolver amigos por receio de eventualmente eles acabarem contando pra algum amigo em comum, porém tínhamos mudado de cidade, meu marido estava trabalhando em uma empresa de transporte, onde conheceu o Rafael, seu novo amigo e parceiro no surf.

Meu marido é um homem muito bonito, 1,76 metros, pele clara, cabelos loiros, olhos castanho claro, e muito bem dotado. Mas não posso negar que fiquei completamente perdida na primeira vez que vi o Rafa. Que homem lindo! 1,98 de altura, branco, olhos azuis, bochechas rosadas e cabelos loiro. Ele era simplesmente perfeito! Me segurei pra não dar bandeira. Mesmo com nossos segredos, o Dudu sempre foi muito ciumento - não queria que ele afastasse aquele puta gato de nossas vidas. Afinal, ele era um amigo que não conhecia ninguém próximo a nós.

Me peguei diversas vezes imaginando como seria, ter minha bucetinha invadida pela rola do Dudu e chupando com vontade o pau do Rafa. Foram inúmeros os orgasmos que tive imaginando como tudo aconteceria.

Comecei a fazer provocações na hora do sexo e jogando indiretas para o Dudu. Um dia aproveitei que tínhamos bebido bastante para abordar o assunto e disse que gostaria de fazer a dupla penetração com o Rafa. Ele ficou mudo e depois perguntou se eu tinha tesão nele. E eu com a maior cara de pau disse que sim! Ele me fez chupar o pau dele até gozar na minha boca - para o seu delírio, engoli tudinho como de habitual.

No outro dia, acordei com sua deliciosa língua me acariciando, ele queria saber se era isso mesmo que eu queria. Eu disse que sim,  que ele poderia cuidar disso pra nós.

Pra nossa sorte o Rafa tinha-se divorciado recentemente, sempre que tinha oportunidade pedia pra que eu apresentasse uma amiga pra ele, por  que ele estava na seca há muito tempo. Eu não entendia como um homem tão gostoso não trepava.

Um gostoso dia o Dudu convidou ele para um jantar em nossa casa, disse que teria a mulher perfeita para ajudá-lo com a seca. Ele logo aceitou.

Num delicioso dia de sábado à noite, compramos pizzas e bebidas, bebemos bastante e nada dele perguntar cadê a tal mulher que o Dudu havia dito. Depois de beber quase meia garrafa de vodca, comecei a pegar o pau do Dudu - quando já estava duro me abaixei na frente dele. Abri o zíper da calça e comecei a chupar aquela  rola. A reação do Rafa foi surpreendente. Ele abaixou a bermuda com o pau já duro e começou a acariciar. Tratei de ir logo chupando também - chupava aquela cabeçona cor de rosa com tanta vontade que sentia minha buceta piscar de tesão! Que vontade de ser arrombada por ele.

O Dudu aproveitou para me chupar todinha. Ele me batia na bunda e puxava meu cabelo dizendo que eu era uma vadia, que ele estava vendo meu tesão em chupar outra rola. Quanto mais ele me batia com mais tesão eu ficava.

Subi em cima do Rafa e comecei a sentar naquele delicioso pau - a propósito, o mais grosso que pude provar. Eu sentia cada pedacinho da minha buceta sendo preenchido por aquele delicioso pau. Eu beijava a boca dele com tanta vontade que parecia que eu ia gozar sem sequer por a mão. Eu subia e descia com tanta força que sentia o pau bater lá no fundo.

O Dudu começou a abrir meu cuzinho com os dedos - a sensação era deliciosa, não imaginei que seria tão gostoso. O Dudu foi colocando no meu cuzinho sem dó. Eu nem me importei com a dor de ser arrombada de uma vez só. Em poucos minutos, o pau do meu marido gostoso já estava todinho dentro do meu cuzinho, entrando e saindo em sincronia com o pau do Rafa que me comia vigorosamente. Ele me apertava e dizia que eu era uma gostosa e que queria comer meu cu também.

O Dudu tirou do meu  buraquinho já bem arrombado e enfiou na minha boca. Eu chupei e limpei ele todinho sabendo que ele iria trocar com o Rafa. Ele sentou do lado do Rafa, eu subi em cima dele e comecei a sentar bem devagar, sentindo cada centímetro daquela rola. O Rafa não perdeu tempo e foi socando no meu cuzinho. Ele gemia tão gostoso que só aumentava o meu tesão. O Dudu me beijava, chupava meus biquinhos, que sensação deliciosa!

Era visível o prazer e satisfação do Dudu em ver sua esposinha aguentando duas rolas. A cada bombada meu corpo tremia um pouco mais, até chegar em um maravilhoso orgasmo sem por a mão no meu grelinho, o que pra mim era inusitado. Só com aquela rola enorme atolada até ao fim da minha bundinha e sendo comida com força pelo meu marido, gozei como uma louca! Logo depois os dois gozaram dentro de mim.

Como de costume, depois de gozar meu marido dormiu. Eu e o Rafa fomos tomar banho. Nem preciso dizer que transamos a noite inteira. Eu me senti uma verdadeira devassa. Fiz com que ele jamais pudesse esquecer de mim! Foi algo muito especial, depois de tanto sexo safado e de ser a putinha dele, foi diferente, nós fizemos amor, transamos devagar, nos beijando, e pude gozar mais uma vez naquela delícia de pau sem sequer por a mão na bucetinha.

Recomendo a toda mulher que não passe pela vida sem saber o prazer que é ser comida por dois! É inesquecível, minha relação só melhorou.

Logo escreverei sobre nossas novas aventuras safadas e deliciosas.