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Conto erótico: Colegas de quarto

Era entardecer de uma sexta-feira, as gotas de chuva escorriam lentamente do lado de fora da janela do quarto. Um clima perfeito para assistir um filme e relaxar, pensou Marjorie. Ela ja tinha tomado banho e preparou  um chá. Estava tudo conforme seus planos, mas a sua colega de quarto, Julia, que iria passar o fim de semana na casa da sogra, decidiu voltar por causa da chuva e ficar em casa. Então, para não parecer rude, a convidou para assistir o filme com ela. As duas escolheram Super-8, um filme com um pouco de mistério seria bom para dar um up na vida de Marjorie.

Elas colocaram o filme no notebook que estava em cima de uma cadeira e sentaram na cama de Marjorie para assistir. O filme começou e até que estava interessante, mas Marjorie só conseguia pensar em como Julia estava linda com aquela roupa. Era uma roupa bem normal na verdade, uma camiseta simples cor de rosa, e um shorts de pijama, mas mesmo sendo simples, a roupa ficava estranhamente perfeita no corpo de Julia.

Que coisa estranha! Não pense besteiras! Julia tem um noivo! Foca no filme, Marjorie, foca no filme! Mas era tão dificil, Julia era encantadora! Tinha o rosto redondo, com cabelos negros e lisos que iam até a altura dos ombros, bochechas rosadas, um olhar meigo e sedutor ao mesmo tempo, seus lábios eram pequenos, mas pareciam ser tão macios, e seus seios... Ah! Que seios eram aqueles! Eram enormes e firmes. Ela até estava se mantendo firme, mas era como se os lábios de Julia a estivessem chamando. Julia dá um sorriso engraçado e Marjorie fica complemente sem graça. Meu Deus! Eu não aguento esse sorriso! Um sorriso meigo e malicioso ao mesmo tempo e Marjorie não entende muito bem o que aquilo queria dizer, até que Julia percebe sua confusão e se oferece para fazer uma massagem, ela disse que era muito boa com as mãos e que só queria ajudar pois Marjorie parecia tensa.

Marjorie deita de bruços e se apoia no travesseiro, como Julia havia orientado, e então começa a acariciar as costas dela, bem devagar. Mas a camiseta de Marjorie estava atrapalhando o êxito da massagem. Então Julia pede que ela tire a camiseta, só pra conseguir massagear melhor.

As mãos de Julia eram macias e pequenas, dedos finos e delicados desciam e subiam em linhas diagonais e horizontais pela pele de Marjorie, que arrepiava, os dedos iam e vinham e paravam subitamente quando encostavam nas alças do sutiã, depois, recomeçavam, lentamente, carinhosamente. A cada toque, um sentimento ia crescendo dentro dela, tão forte que não conseguia se conter, suas pernas inquietas, pareciam mover-se contra sua vontade: elas se abriam e fechavam e se cruzavam. As suas mãos se fechavam e agarravam a fronha do travesseiro. Não dava para controlar, seu corpo inteiro se retorcia por dentro, um fogo crescia e parecia que ia explodir o peito.

- Marj, seu sutiã está atrapalhando, pode tirar ele?

Ai, caramba! O que tá acontecendo?!

Prontamente, ela obedece, tira o sutiã e, agora com as costas completamente nuas, ela sente que Julia esta sentada em cima dela. Seus seios são pressionados contra o colchão conforme os movimentos da colega e, não conseguindo se conter, Marjorie solta um gemido baixo, que sai abafado por causa do travesseiro. Contente por conseguir despertar exatamente o que queria, Julia, em tom provocante, pede para que a amiga se vire, para que ela possa massegear os ombros e a parte da frente dos braços. Marjorie acata o pedido, mas Julia continua sentada em cima dela, e agora as duas se encaram, se olham fixamente enquanto Julia passa sua mão lentamente delineando as linhas faciais de Marjorie, acariciando sua bochecha, contornando seus lábios grandes e carnudos. Os olhos se fecham por instante, o extase estava muito próximo, os dedos finos vão descendo lentamente, como se ela estivesse memorizando cada parte de seu corpo com as mãos delicadas que passam pelo pescoço, os pêlos se arrepiam, as mãos continuam a descer e começam a acariciar os seios de Marjorie, seus mamilos, enrigecidos pelo prazer, começam a pulsar, algo úmido em sua pele, Julia já não usava mais as mãos, ela tateata todo o seu corpo com a língua, a sensação era incrível.

Um grupo de jovens corriam com uma câmera super-8 na tela que estava à frente, mas as duas garotas não se importavam mais com o filme, elas só queriam aproveitar o momento, todo aquele prazer e excitação, Marjorie não queria que acabasse, então, subitamente, ela agarra os braços de Julia e a coloca deitada na cama, agora ela estava no comando, não podia conter seus sentimentos naquele momento, então ela a beija frenéticamente e arranca sua roupa, Marjorie desce pelo pescoço de Julia trilhando um caminho com os lábios até chegar em sua vagina, que ja estava pronta à sua espera, molhada, pulsando, a língua, com um movimento vai e vem, massageava o clitóris e Julia chega no ápice do momento, os músculos todos se contraem e ela solta um gemido satisfatório, Marjorie deita ao seu lado, as duas se encaram por um momento e começam a rir. Depois se abraçam e adormecem.

Letras míudas começam a rolar na tela à frente, o filme tinha acabado. Gotas de chuvas caem lentamente na janela do lado de fora do quarto. Um clima perfeito para assistir um filme e relaxar.