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Pernas de mulher morena com vestido curto e de homem com calças pretas dançando kizomba.

Gosto de dançar, qualquer tipo de dança, menos valsa! Uma bossa nova, uma bachata, salsa, rumba, cha-cha-cha, samba… Mas onde consigo exponenciar toda minha sensualidade é no merengue e no kizomba. Adoro o toque do parceiro, o ter de me subjugar a ele, eu que sou uma líder. É a atração dos opostos!

No kizomba, todo o corpo comunica. O encosto, o roço, ter um homem "mandando" faz de mim uma fã inconfessável desse tipo de dança.

Só o facto de ficar pensando em dançar kizomba com um homem estranho, me perturba, criando um forte formigueiro no local onde as pernas se juntam.

Em uma de minhas idas a Lisboa, em trabalho, aproveitamos para ir ver o Cirque du Soléil.

Como estávamos ficando mais duas noites em Lisboa, meu marido disse:

E se fossemos aprender a dançar kizomba? Já somos grandes bailarinos, mas podíamos melhorar nossa forma de dançar...

- Uiiii! Eu amava!

Fiquei de imediato entusiasmada!

Então, Luís ficou buscando na Internet e encontrou um estúdio anunciando que a "Kizomba é uma dança angolana que tem expressão mundial", e que "é uma dança de abraço fechado, urbana e de salão".

Luís me mostrou o monitor de dança e olhando sua foto, comentei:

- Deve ser bem grande...

Luís ligou para a escola de dança e marcou uma aula privada para o dia seguinte.

Quando chegamos no local, no dia seguinte, fomos muito bem recebidos por uma bela rececionista loira. Confirmou a marcação e nos conduziu a uma sala muito agradável, para onde entrámos.

Era uma sala de espelhos com madeiras no chão. O teto pintado com motivos quentes e africanos.

Num dos cantos da sala, havia uma mesa e cadeiras onde nos sentamos, aguardando o monitor.

Passados cerca de 5 minutos, ele chegou. Era um homem negro com 1,70 cm, 45 anos, bem constituído, careca, com uma linha fina de pelos desde as orelhas até seu queixo. Era bem atraente, levando toda a mulher a ficar imaginando situações bem provocantes. 

Estava usando calças brancas de tecido muito fino, apertadas, permitindo perceber que algo se passava na parte de cima... A camisola era bem apertada ao tronco e estava usando sapatos leves e sem meias.

- Olá! A aula é para a menina. Certo?

- Obrigada pelo "menina". Mas já não é bem assim...

- Não diga isso. Tem um aspeto muito jovem...

Ficámos nos apresentando e demos um beijinho no rosto.

O monitor me indicou para vestir um dos fatos de dança da escola Fui a um canto da sala, onde havia um biombo colorido, e me vesti.

Pensei depois, que ele me viu despir e ficou me olhando de forma insistente. Mais tarde, meu marido também me disse que ele olhou muito...

Vesti a camisola leve e justa, não coloquei soutien e esqueci a calcinha. 

Meu marido me disse que ficaria esperando lá fora.

Uma dança demasiado provocadora...

Me sentia nua, desejável, excitada... E estava ficando um pouco úmida. Aquele homem perturbava meu autocontrole, mas tinha de acalmar.

Fiquei disfarçando.

Me olhei no espelho e pensei ter exagerado um pouco - se via a rachinha desenhada nas leggings e os bicos espetados na camisola. Era "um enorme pedaço de mau caminho"!

O monitor colocou a música e a sensualidade do kizomba veio logo ao de cima. Colocou suas mãos em mim e me arrepiei, estremecendo um pouco.

Ele ficou me chegando contra si, concerteza sentindo meus seios espetados bem de encontro a seu peito. 

Eu senti uma dureza até ali desconhecida. As roupas que estávamos vestindo, de tão finas e apertadas, permitiam gozar desse contato de forma muito próxima e real.

Parecia que dançávamos nus - era demasiado provocador!

A música continuava tocando, quente, sensual, absorvente... Música que ficava aquecendo os corpos...

Dançamos, as mãos se tocando, se apertando e se acariciando.

Sentia-o de forma bem intensa, pois no kizomba há um forte roçar dos corpos - e ele deveria estar sentindo o mesmo.

Meus seios espetados ficavam nos braços do professor, as coxas roçavam nas dele, e por vezes, ficava sentindo a dureza de seu pau roçando em mim.

Em uma dessas vezes, senti ele acariciando minhas costas. E em um movimento mais brusco, suas mãos acariciando meus seios. Tudo foi de um jeito aparentemente inocente, mas eu sentia seu tesão!

Coloquei minha mão esquerda em seu pescoço, fazendo carícias.

Em um movimento mais enrolado, senti seu pau bem espetado, roçando com força em mim. Queria muito tocar nesse pau...

- Está a gostar?

- Muito. É uma delicia!

- Desculpe esse contato mais intenso, mas é da dança.

- Eu sei, não se preocupe. A dança será a culpada de tudo... Continue assim. Estou amando!

Sorríamos um para o outro, parecendo estar falando com os olhos. Eu o comia com os olhos e ele a mim!

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Como se estivéssemos nus...

O ambiente estava ficando cada vez mais quente...

Os rostos próximos permitiam ficar sentindo o respirar disparado de ambos.  Os rostos se colavam por vezes. 

Em uma dessas vezes, ele deixou seus lábios encostar no canto dos meus. Fiquei deliciada, mas fiz de conta...

Sorri para ele. 

- Está bom?

- Cada vez melhor! Dança muito bem. Amo!

Na vez seguinte, ele tentou fazer o mesmo e eu lambi de leve o canto de seus lábios. Ficámos sorrindo.

Ele roçou mais em mim. Me apertou mais contra ele numa atitude de posse, mandona. 

Amo ter o homem a se impor, me deixando ainda mais excitada. Só pensava em fazer loucuras com esse homem!

Eu estava de leggings e sem calcinha, e assim, o roçar era sentido de um jeito muito intenso pelos dois, como se estivéssemos nus. Talvez fosse bem melhor do que estando nus...  Ao menos, bem mais sensual!

Ao som da música, roçando bem de frente a minha púbis, quase me massajando com o pau, ele aproximou seu rosto e eu deixei.

Nesse momento, me beijou nos lábios. Permiti e o beijei com muito desejo. As línguas dos dois acesas em um forte tesão, se lambendo...

Suas mãos acariciaram diretamente meus seios. As minhas buscaram acariciar, por fora das finas calças, o duro, enorme e tão ansiado pau.

O puxei para mim. A boca daquele moreno era deliciosa demais!

Ele meteu sua mão por dentro das leggings e se apercebeu do veludo de meu corpo. Acariciou as nádegas, pincelando um dedo no cuzinho. Estava muito molhada!

Sempre com suas mãos dentro das leggings, rodou e acariciou minha rachinha sem pelos, apertando os lábios vaginais um contra o outro, e metendo a seguir dois dedos dentro de mim. Inevitavelmente, eu gemia naquelas mãos experientes.

- Uiiii! Que bom...

- Gosta, querida?

- Amo! É maravilhoso...

Ele foi fechar a porta à chave.

Quando chegou, novamente, perto de mim, tirou o enorme e espetado pau moreno para fora, e eu não resisti. Me abaixei e o acariciei.

Dei beijinhos em sua cabeça, meti um pouquinho na boca, e ele gemeu.

- Que língua! Que boquinha de veludo...

- Amo seu sabor.

- Chupe mais... Que bom...

Me deliciei a lamber a cabeça, chupando um pouco, metendo e tirando, tirando e metendo. Lambi ao longo dela, desde sua base à bela cabecinha. Fui lambendo também, com muito tesao, aqueles “amigos” do pau, bem morenos, metendo-os na boca à vez. 

Uma delicia, comparável a caviar com Moet Chandon.

Estivémos assim um pouco, e ele gemia quase a explodir. Então, pegou em um preservativo muito fino, como eu nunca tinha visto, e ia colocar nesse pau grande.

Gulosa, disse-lhe, numa voz baixa e rouca:

- Me deixa colocar. Nesse geladinho!

E meti o preservativo na boca, abocanhando aquele exemplar espetacular. 

O preservativo entrou um  pouco, mas como minha boca é pequena e o pau de respeitável dimensão, a partir de certa altura, ajudei com a mão direita. A esquerda estava acariciando os “irmãos”, parte do corpo do homem que amo, tendo mesmo um verdadeiro fetiche por isso.

Ele gemia, dizendo:

- Que grande surpresa! Você é um tesão de mulher... Me deixa provar-te...

- Deixo, querido. Fico louca contigo...

Dizendo isso, comigo em pé, se sentou e ficou se lambuzando, chupando de forma deliciosa minha coninha desejosa dele.

Ele amava lamber e chupar diretamente no sexo da mulher, mas em especial de uma mulher que tivesse muita química com ele, o disse mais tarde. Era o maior fetiche que tinha no sexo. 

Mas meu sabor e o jeito como me entrego, ultrapassou suas expetativas. Seu tesão estava descontrolado!

E uma das coisas que eu mais amava era ficar sendo lambida, sendo chupada por um homem. Ficava louca de desejo e tesão!

Gozei muito na boca e na língua desse moreno, que ficou me ouvindo gemer e dando gritinhos em espasmos deliciosos.

- Vou gozar... Prova meu sabor. Uiiiiii! Te dou todo meu tesão. Foda-se!

Gozei muito. Com um tesão muito intenso e um desejo enorme dessa pérola negra!

Uma kizomba de pau! 

Nos deitámos no chão, abraçados.

Cinco minutos depois, lhe disse baixinho:

- Esse pau está enorme! Temos de tratar disso...

- Pois temos, querida. Estou cheio de tesão por você. Vira de costas... Assim deitados... Queres?

- Uiiii! Amo isso! Brinca e me delicia, mas não faço penetração. Respeita só isso.

- Posso brincar muito de outro jeito...

- Então... Meu cu é seu...

- Uiiii! Que tesão de palavras!

- Te dou meu cu, querido...

- É lindo!

E virei meu maravilhoso cu para ele.

Ainda com a camisinha colocada antes por mim, começou dando beijos em minhas nádegas e lambendo, lambendo também meu cuzinho.

Começou roçando no cuzinho, de trás para a frente, até ao clitóris. Depois, repetia o movimento inversamente.

Ficou repetindo esse movimento, deliciado, vezes sem conta!

Eu o provoquei:

- Come meu cu...

- Uiiii! Não me fale assim...

- Come com esse pau grosso... Meu cu ama pau...

Ele estava descontrolado e comigo de costas, um pouco inclinada para a frente, apontou o pau erecto e duro na minha coninha, e meteu a cabecinha. Depois, tirou, voltou a meter, voltou a tirar. Quando menos esperava, o meteu todo dentro de mim. Gemi de prazer.

Ter o pau desse moreno lindo dentro de mim, era uma verdadeira luxúria: um hino ao prazer!

Ficámos assim por alguns minutos, com ele me beijando o pescoço e a nuca, e me fazendo sentir uma mulher desejada e maravilhosa.

De repente, senti um dedo pincelando meu cuzinho, enquanto seu volumoso pau se deliciava dentro de mim.

- Que tesão...

- Amo isso e que fiques gemendo por mim.

- Você é a mulher mais deliciosa que já tive.

- Aproveita... Aqui dentro, sou toda tua...

- Uiiii! Que loucura! Você é a mulher delícia! Monumental foda!

- Você é que é um querido... Que grande foda me está dando...

- E seu marido, sabe?

- Sabe. Nunca escondo nada dele, e irei lhe contar todos os pormenores dessa foda louca... Essa kizomba de pau!

- Vou gozar... Uiiii! É tão gostosa... Quero você para mim.

- Sou sua... Dá o leitinho... Dá todo em mim...

Ele gozou abundantemente entre gemidos. Eu já tinha gozado de um jeito bem intenso por diversas vezes, e continuava tendo sensações de orgasmos.

Beijo molhado e muito lambido na despedida

Me sentei no chão e ele tirou a camisinha, anichando sua boca junto de minhas pernas - uma boca de homem deliciosa! - e começou a lamber minha maravilhosa gruta do amor. 

Me senti lambida como nunca! Esse negro me lambendo representava um fetiche muito forte que eu tinha e me punha fora de mim! E como ele lambia...

Nunca imaginei isso ser possível! Mas gozei de novo, dando gemidos de prazer.

Se passaram cinco minutos, deitados e abraçados, e ninguém bateu na porta. Foi ele que a abriu e saímos os dois tranquilamente.

Antes de sair, demos um longo e molhado beijo na boca, daqueles que eu amo. Molhado e muito lambido.

Quando chegamos à sala onde estava meu marido, esse disse:

- Então, você gostou?

- Uiii! Amei! Vou já te contar e também vai amar!

- Você tratou bem minha esposa?

- Penso que sim... Mas ela lhe dirá... 

Dei um beijo nos lábios desse monitor gostoso como despedida. Meu marido tem um verdadeiro fetiche em ver-me beijar na boca outro homem.

Já quando estávamos no carro, Luís disse:

- Vejo que correu bem.

- No hotel, te conto todos os pormenores! Mas ele me deu uma monumental foda...

- Uiii! A sério?

- Me sinto muito putinha, amor.... Te vou contar tudo. Foi uma loucura que me permitiste vivenciar.

E beijei meu marido nos lábios, com sabor a pecado.

Saímos abraçados certos de que um dia, voltaremos...