PUB
mascote
PUB


Conto erótico: O dia que minha amiga me comeu

Oi! Me chamo Carolina, tenho 21 anos e muitos me conhecem como “a louca do 301”, vou te contar o por quê…

Me mudei para esse apartamento há, mais ou menos, 2 anos. Sempre gostei de receber muitas pessoas na minha casa, desde amigos até paqueras. Aqui já foi ponto de muitos eventos da faculdade, por isso, meus vizinhos começaram a reclamar sobre barulhos.

O que eles não sabem, é que esses barulhos nem sempre são apenas de festas, se é que me entende…

Meus parceiros elogiavam minha performance na cama, principalmente meus gemidos. E, eu que nunca soube ser quietinha, às vezes extrapolava o limite do aceitável. Por causa disso, as multas chegavam mais de uma vez por semana.

Até que recebi esse “apelido” em uma das reuniões de condomínio. Eu entendo, pois, neste dia realmente foi bem barulhento. Depois de uma das festas, meus amigos resolveram dormir em casa, cada um com seu respectivo parceiro.

Eram mais de 6 pessoas, todas bêbadas, com os hormônios a flor da pele e tesão acumulado. Aí já viu, né? Cada casal em uma parte da casa, se pegando loucamente, sem nem se tocar que estava rodeado de pessoas.

Eu que estava mais sóbria, decidi propor um jogo. Funcionou assim...

Formamos uma roda, colocamos uma garrafa vazia no centro e, depois de girá-la, em quem apontasse teria que tomar uma dose de cachaça pura ou tirar uma peça de roupa.

Todos toparam a minha ideia. Em menos de meia hora, cada um tinha tiramos, pelo menos, duas peças. Vendo todas aquelas pessoas, dentre meninas gostosas e homens sarados, meu fogo começou a aparecer.

Propus que, a primeira pessoa que ficasse nua, teria direito a escolher alguém da roda para tira toda a roupa. Deu muito certo! Depois de mais sete rodadas, não tinha uma pessoa com roupa.

Mesmo assim, continuamos a jogar. Claro que as regras mudaram, agora quem fosse apontado teria que escolher uma parte do corpo de alguém para beijar. A primeira pessoa fui eu, escolhi minha amiga que há anos tinha vontade de pegar.

Me aproximei dela engatinhando, abri suas pernas e dei uma leve lambida na sua buceta. Percebi a satisfação no olhar dela, então continuei com um beijo. Voltei ao meu lugar, encarando fixamente seus olhos. Sabia que dali tiraria alguma vantagem.

No decorrer do jogo, aconteceu muita putaria. Era beijo na buceta, nos peitos, no pau, na boca, pescoço e até no cu. Em pouco tempo, todos estavam excitados, era nítido a ereção de cada homem.

Como já estava tarde, decidimos parar o jogo. Cada um foi para sua cama, algumas improvisadas e deitaram para dormir. Eu me direcionei para o meu quarto, fechei a porta e deitei em minha cama.

Percebi uma movimentação no corredor. Vi uma fresta se abrindo, alguém estava tentando entrar. Olhei disfarçadamente e consegui enxergar Isabela adentrando. Ela continuava sem roupa, com seus cabelos arrumados e com meu chinelo nos pés.

A vi caminhando em direção à minha cama, bem discretamente. Senti o colchão afundando com o peso de seu corpo, a poucos centímetros do meu. Ela colocou seu braço por cima do meu corpo, talvez pensando que eu já estivesse dormindo.

Em poucos segundos, percebi sua mão deslizando em direção a minha perna, próximo de minha buceta. Entendi qual era seu objetivo: retribuir o beijo que dei nela enquanto jogávamos.

Seu carinho era leve, mas cheio de tesão. Já haviam me contado que sua pegada era incrível.

Virei-me de frente para ela, fazendo-a perceber que estava acordada. Ela deu um sorriso satisfeito, talvez por ter a chance de seguir em frente com seus carinhos. Pousei minha mão em sua nuca, tentando trazê-la para perto.

Ela se inclinou para me dar um beijo, sua boca tão macia se encontrou com a minha, me deixando ainda mais molhada. Nosso beijo ficava mais intenso a cada segundo, sentia seu desejo em cada apertada que ela me dava.

Sua mão deslizava por toda minha pele, sem nenhuma exceção. Ela sabia exatamente o que fazer, sabia onde apertar, onde parar e onde arranhar. Em cada toque meu corpo respondia com um arrepio.

Eu já não conseguia esperar mais tempo, precisava sentir ela dentro de mim. Involuntariamente, minha mão buscou a dela, levando em direção a minha buceta. Quando chegou, ela percebeu o poder que tinha sobre mim.

Meu mel já estava escorrendo, quase molhando a cama. Ela começou a me masturbar delicadamente, com movimentos curtos e leves. Eu não conseguia controlar os meus gemidos, os barulhos de fora começaram a ficar baixos demais perto dos meus.

Ela se posicionou em frente ao meu corpo, ficando no meio das minhas pernas. Voltou a beijar minha boca, dessa vez com mais calma. Continuava com os carinhos pelo meu corpo, sem tirar a sua boca de mim.

Então, começou a descer os beijos. Passou pelo meu pescoço, demorou mais em meus peitos, chupando cada um deles, continuou o caminho por minha barriga, chegando próximo a minha buceta.

Finalmente consegui o que tanto queria. Ela começou com leves beijinhos, seguido de lambidas, até realmente chupar. Seu oral foi o melhor que já recebi, não conseguia conter meus gemidos, muito menos a reação do meu corpo.

Sem avisar, ela penetrou dois dedos em mim. Meus gemidos, que já não estavam baixos, se transformaram em quase gritos. Em cada penetrada, meu corpo arrepiava um pouco mais. Senti minhas pernas tremerem e minha buceta lambuzar.

Ela também percebeu. Levantou sua cabeça sem pressa e trouxe seu corpo mais perto do meu. Voltou a me beijar, sem parar de meter em mim. Senti mais um dedo entrar, dessa vez por pouco tempo.

Cruzei minhas pernas em suas costas, deixando o caminho mais aberto. Ela entendeu o recado e, rapidamente, meteu tudo em mim. Levou minha mão até meu clitóris, me pedindo silenciosamente para me tocar.

Atendi ao seu pedido, o que me fez sentir ainda mais prazer. Ter ela dentro de mim e, ao mesmo tempo, me tocar fez meu corpo estremecer. Minhas pernas ficaram bambas e o colchão molhado. Quando percebeu que eu tinha gozado, retirou por completo sua mão e deitou ao meu lado.

Dormimos o resto da noite abraçadas, mas, no outro dia, agimos como se nada tivesse acontecido. Nossa amizade não se abalou, porém nunca mais tive a oportunidade de dar para ela.