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A terapia com testosterona: reposição hormonal para desejo sexual feminino

Todos nós, como seres humanos, cumprimos determinados ciclos e períodos em nossas vidas, desde o nosso nascimento até a inevitável morte (orgânica): neste longo (ou curto) processo, nós aprendemos através da vivência que a passagem do tempo é uma força inerente, e consequentemente todos nós atingimos bons e produtivos momentos (tanto na vida profissional como na vida pessoal), para depois perder esta ”eficiência”, seguindo um declínio dos nossos desempenhos biológicos.

O desempenho sexual, o fenômeno biológico responsável por manter a espécie no planeta, também obedece este padrão: a partir da reprodução sexual responsável por gerar os filhos e manter assim os genes daquele casal (hétero) sobre o planeta Terra não é um processo biológico que ocorra de maneira contínua ao longo de toda a vida do indivíduo, já que tanto crianças como idosos não possuem desempenho e fisiologia das pessoas em idade fértil (como este próprio termo se auto-define).

A importância do sexo na perpetuação da espécie também explica porque o ato sexual é tão apreciado: o porquê desta sensação configurar uma das mais saborosas já proporcionadas nos estímulos cerebrais dos seres humanos,  “já que é tão importante perpetuar a espécie em um ambiente, que seja a partir de uma sensação maravilhosa” definiu a seleção natural.

Entretanto, contrariando esta mesma seleção natural (como muitas vezes a nossa espécie a faz, por exemplo, com a produção de remédios e outras tecnologias usadas para mantermos as nossas vidas com maior expectativa e qualidade), já é possível produzir fármacos e substâncias que nos fazem recuperar o desejo sexual, este perdido com o avanço da idade, ou ainda algum distúrbio que pode ocorrer em indivíduos jovens (o Viagra é um famoso exemplo de um remédio usado para recuperar a ereção e a libido entre os homens).

Ou seja, neste contexto da seleção natural versus seleção artificial: se antes de dominar a tecnologia o ser humano ainda ficava restrito aos desejos sexuais conforme sua idade reprodutiva, nos dias de hoje com o avanço da ciência é possível recuperá-lo mesmo depois de certos limites impostos pela idade, conseguindo assim manter uma vida sexualmente ativa (considerando este admirável mundo novo do sexo virtual, incluísse aí também uma vida sexual ativa solitária).

Um dos meios de se recuperar a libido e o desejo sexual pode ser a partir dos hormônios: os grandes responsáveis pelas comunicações biológicas nos organismos dos vivos, desde entre pequenos receptores celulares até os grandes sistemas biológicos, o nosso sistema endócrino é um dos alvos que as ciências da saúde sexual focam quando querem aperfeiçoar a vida sexual dos indivíduos.

E um dos hormônios que são mais utilizados quando se trata de terapia para recuperação da libido é o famoso testosterona: apesar de ser conhecido como o hormônio masculino, ele existe sim em pequenas doses circulando em mulheres (isso também explica também porque homens têm menos chances de perder a libido quando comparados com as mulheres).

O exemplo bastante corriqueiro é a terapia hormonal utilizando testosterona em mulheres que entraram na menopausa: para muitas, o momento quando seu organismo para de produzir a cascata hormonal para assumir novas funções (ou ausência destas), resulta em comportamentos muitas vezes difícil de ser assimilado, também refletindo no tratamento que elas têm com os seus membros familiares e outros indivíduos de seus ciclos sociais (pergunte para um marido que teve a chance de flertar sexo com sua esposa antes e depois da menopausa, como isso pode significar uma árdua batalha!).

Para isso, é possível submeter a mulher em tratamento à base de testosterona: apesar de alguns profissionais acharem arriscado esse tipo de terapia, este hormônio masculino tem se mostrado bastante eficiente no aumento da libido de mulheres pós-menopausa (considerando que o tratamento não é apenas puramente com o hormônio, mas também utiliza outros fármacos para controle – por isso que sempre é fundamental realizar este tipo de terapia com um médico especialista, em especial da área de endocrinologia).

Vale lembrar que a menopausa não ocorre exclusivamente com a idade: por exemplo, um cisto no útero pode alterar suas funções, podendo também ser alvo da terapia hormonal a base de testosterona, conforme recomendação de um especialista médico.

Hoje em dia a medicina moderna já sabe como ajustar tais processos biológicos intrínsecos à nossa espécie, tudo isso a partir de tecnologia: se você sofre de algum problema com seus desejos sexuais ou com sua libido, saiba que existe sim tratamentos que fazem você recuperar a saúde sexual de maneira plena e satisfatória.

Não perca tempo de vida, afinal como diz o antigo sábio: “sexo é vida!”.